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São Paulo, SP, Brazil
O blog Clareira da Existência fez cinco anos, publicou quase mil e duzentas postagens entre Dezembro de 2006 e Janeiro de 2012. O 'Clareira' tem sido usado como instrumento de apoio a aulas sobre as dimensões da existência, de inspiração fenomenológica. É também um lugar experimental para a criação de um diálogo interdisciplinar, especialmente, com a Psicologia em suas diversas aplicações, ou seja, das ocupações mais tradicionais, como no trabalho clínico, em organizações e na área educacional, ou mesmo, em ações sócio-comunitárias (inclusive, em situações-limite, críticas e de catástrofe), jurídicas, esportivas e hospitalares. Antes da interpretação apressada, da intervenção cega e da pretensão de controle, é preciso urgente resgatar o óbvio: a compreensão da condição humana. Sejam bem-vindos!

Sustentabilidade emocional

O objeto de estudo da psicologia é o ser humano. Tentamos compreender o que significa ser humano e aquilo que nos afeta diariamente. Neste caminho, visualizamos um duplo caminho: modos de ser compatíveis com a saúde ou processos de desumanização, estados mórbidos de existência. A expressão sustentabilidade emocional só faz sentido quando conseguimos nos manter psicologicamente suportáveis. Portanto, tornar algo sustentável é não deixar que a vida se torne insuportável, ou melhor, sem suporte. Uma ecologia humana baseada na desestruturação emocional implica em modos de estar no mundo restritivos, deficientes, estaríamos cometendo atos psicologicamente insustentáveis. Entretanto, podemos perceber a importância de algo, quando a nossa saúde está ameaçada. É preciso aproveitar esta 'angústia da falta', para que se compreenda uma totalidade, a importância das partes em relação ao todo. É possível compreender que a crise favorece a oportunidade para mudanças verdadeiramente consistentes. 
 José Luiz de C. C. Branco 

Informações gerais

  • Meu nome: José Luiz de Campos Castejón Branco - CRP 06/23.203
  • Minha formação: Graduação em Psicologia Clínica, concluída em 1985 pela UNIP - Universidade Paulista. Mestrado em Comunicação, através do curso Educação, Arte e História da Cultura pela UPM - Universidade Presbiteriana Mackenzie, concluído em 2009. Doutorando na Saúde Coletiva pela UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo, desde 2010.
  • Minha abordagem psicológica é a Fenomenológica Existencial. 
  • Marcação de consulta, por favor, deixe recado:  6544.0604
  • Atendimento em consultório particular em São Paulo, no bairro Jardim Paulista, próximo ao metrô Brigadeiro da Avenida Paulista. 

Dupla devastação

Imagem de Alessandro Gottardo
Quando se fala em Ecologia, as pessoas só se preocupam com duas questões, a fauna e a flora. A sensibilidade planetária que eu vislumbro, no entanto, vai muito além desses dois fatores. O equilíbrio da natureza não se limita a eles. Em todo conflito, de qualquer ordem que seja, existem o agente ativo e o agente passivo. Com o agente ativo não nos preocupamos nunca, só com o agente passivo, a biosfera. E o culpado pela crise da biosfera quem é? Ela é provocada pela noosfera, a parte inteligente da terra. Então, não fazemos mais que transferir para a biosfera a parte crítica, insustentável, desequilibrada, caótica, apocalíptica, que é a noosfera. Nunca se enfocou esta parte, e esta é a preocupação da Ecologia Humana. Devemos considerar o Homem como o responsável pela crise e responsável também pela saída da crise.  
Emílio Miguel Abellá 1920-2000
Artista plástico espanhol, pacifista e ecologista 

A Difícil Trajetória Humana: habitar outros modos de ser

Sobre a Estagnação do Homem e a Possibilidade da Apropriação de Si Mesmo

Gestão de Pessoas nas Organizações: uma contribuição da Fenomenologia

Eu e Tu: um diálogo possível?

A Angústia na Obra de Ingmar Bergman: Sarabanda em Ser e Tempo de Martin Heidegger

Dissertação de mestrado defendida em junho de 2009 - UPM - Universidade Presbiteriana Mackenzie, disponível on-line na íntegra, no Portal Domínio Público 
Disponível no Portal Educacional do Estado do Paraná -  Dia-a-Dia Educação.  
Volume impresso para consulta na Biblioteca Central da UPM - Universidade Presbiteriana Mackenzie (em Higienópolis) e na Biblioteca da Cinemateca Brasileira (na Vila Mariana), ambos em São Paulo. Também disponível na Biblioteca da FAAT - Faculdades de Atibaia, em Atibaia.